É abrir as janelas e não dizer nada a ninguém, é gritar um nome e ninguém ouvir, é olhar para uma estrela à qual dei o nome de alguém e isso já não fazer sentido. É agir precipitadamente e arrepender-me, é olhar alguém nos olhos e chorar, é passar despercebidamente ao lado de alguém importante, é segurar a mão de alguém quando tenho medo. É desistir em vez de lutar, é sorrir para enganar, é querer abraçar e não poder, é esperar sentada e ver o tempo passar, é escrever apenas para desabafar, é correr para fugir do mundo, é sentir apenas para viver, é deitar-me para poder sonhar. É errar e acertar, escolher ou deixar de parte é isso que nos distingue de quem vive de quem apenas existe.